*Facilidades do mundo moderno*

01

Diálogo básico entre mãe e filha:

-Mamãe, eu tava na sua barriga, né?

-Tava, Isa.

-Quando eu era pequeninha assim (e junta as duas mãozinhas), eu ficava na sua barriga e aí eu saí…

-Isso.

-Mamãe, quem me colocou na sua barriga ?

(Numa situação normal, agora haveria um silêncio, com a mãe desesperada pensando em como explicar sobre a gravidez para a criancinha de 3 anos, mas graças à tecnologia médica e às avançadas técnicas de reprodução assistida, não há pausa nenhuma)

-O médico, Isa.

-Ahhhh….

*O mundo encantado de Freud*

No fim de semana, estava assistindo High School Musical 2, pela 576ª vez e  Isadora me disse que ela é a Gabriela, o pai é o Troy e eu… bom, eu sou a Sharpay.

Sharpay é a bad-blonde do filme, que quer roubar o Troy da Gabriela (que prato cheio para Freud!):

Primeiro, fiquei indignada. Como assim, eu, Sharpay? Mas depois de lembrar do Complexo de Electra e analisar bem a figura, é verdade. Eu to bem mais pra Sharpay do que pra coitadinha da Gabriela. Eu assumo.

*A visita do coelho*

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 º Cesta de Páscoa, contendo 3 ovinhos de chocolate, 1 coelhinha de pelúcia e 1 cenoura recheada de bombons – R$ 64,90

º Patinhas de coelho pela casa – R$ 4,50 (e mais uma dor nas costas de quem fez)

º Ver a carinha de alegria e curiosidade da Isadora:

 

 

Não tem preço!!!=]

  

*Perdas*

Como nós começamos a aprender a conviver com as perdas tão cedo! Primeiro é a segurança da barriga. Depois, o aconchego do peito da mãe. Daqui a pouco já perdemos a "folga" de ficar em casa e vamos pra escola. E isso é só o começo….

Às vezes, a perda de pessoas também começa cedo, e por vários motivos.

Isadora já perdeu a Pitucha e a Mirella, respectivamente, nossa cocker com transtorno bipolar e a gata da minha mãe. Apesar de não serem humanas, faziam parte de nossa família, e atravessaram a ponte do arco íris.

*Semana jurídica*

Então, e já que o assunto da semana é lei, vamos colocar esse projeto aqui na roda….=]

O PL dispõe que  as crianças até 4 anos de idade devem andar somente no banco de trás e na cadeirinha, e até 10 anos atrás, com o cinto de segurança. Também está em pauta a ampliação da lei para que as crianças entre 4 e 10 anos tenham que usar um "adaptador".

Bom, minha filha, que se acha uma "anulfa" decidiu que não precisa mais desse acessório. Fez tirar do carro (contra a minha vontade, que fique bem claro, mas o que ela não pede que o papaizinho não faz???) e não usa nem a pau.